À la mode
  

Por quem os sinos dobram? Pelas suas roupas boas e lindas que você adora, mas não servem mais no seu corpictho! Então venda tudo… Onde?

 

Hoje resolvi fazer uma faxina no meu guarda-roupa porque preciso me separar de muitas roupas que ainda amo. Principalmente calças. E é roupa boa, conservada, nada daquelas que dá pra transformar em pano de chão. “É muito triste”, como diz o Gugu, mas elas não servem mais. As número 38 eu sabia que tinham vida útil curta pra mim, mas as 40… Ai, ai…

 

Não resisti e guardei uma calça 38 da Zara, outra 38 da M.Officer, uma calça 40 da French Bazar (calças que eram maiores e eu, burraldina, mandei ajustar…. Ai….), e uma camisa 40 da MOBettah. Pode ser que eu emagreça a ponto de elas servirem novamente, já aconteceu. Não que eu queira emagrecer tanto, mas pode acontecer. Acho. E aí eu me arrependeria de ter me separado delas. Se eu emagrecer um pouco, e disso eu gostaria, a camisa e a calça 40 deixam de ficar apertadas.

 

O triste mesmo é que vou ter que comprar roupa nova. Não, comprar roupa nova é muito lindo e feliz, a tristeza fica por conta da falta atual de verba para vestuário.

 

Então pensei… Se eu vender todas as roupas boas das quais devo me desfazer (não as quatro que guardei, as outras), talvez dê pra comprar, por exemplo, uma calça bacana. Hm? Que tal?

 

Mas onde vou vender? Em São Paulo só conheço brechó que não vende roupa normal. Ou melhor, comum. Já vi brechó de roupa de grife, de roupa de época, de roupa descoladíssima e modernosa… Mas de roupas como as minhas, não. A não ser em fardos ou lotes bem grandes.

 

Mas deve ter. Se em Curitiba tem pencas de lojas de onde se pode vender e comprar roupas semi-novas normais, por que em São Paulo, onde, segundo meu marido, tem absolutamente tudo, não teria? Apesar de eu ter procurado um lugar em que se conserte panela de pressão e não ter achado?

 

Passou de relance pela minha mente fazer um freak personal bazar, ou seja, chamar pessoas para um bazar das minhas roupas semi-novas. Porém, eu ficaria sem graça, fiquei com vergonha só de falar. Além do mais, não conheço muita gente em São Paulo que compraria roupa usada, ainda mais de mim! Também não conheço tantas mulheres que vestem tamanho 38, nem 40… Trinta e oito, uma ou outra, 40 algumas, mas não tantas. Não é fácil mesmo, né gente?

 

E um bazar online? Pode ser… Eu não compro roupa sem experimentar. Experimentando já faço umas coisas sem noção…. Mas vou pensar nisso.

  

Também pensei em doar, como sempre faço e já fiz inúmeras vezes. Vou fazer isso com algumas, mas eu gastei substancialmente comprando essas roupas e algumas estão novas, tem calça que usei só uma vez e uma jaquetinha jeans que nunca, NUNCA, usei…

 

Então Google! Estou procurando, ainda não achei. Talvez eu venda em Curitiba.



Escrito por Letícia Ferreira às 01h02
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Dicas

 

Em São Paulo

 

 

Na coleção do verão passado descontos de 40% e, na coleção deste inverno, de 20%.

 

Peças da coleção do verão passado

 

A Apego vende no Espaço Casa de Quem!, aberto das 10h às 20h, na Rua Peixoto Gomide, 192, Jardim Paulista, telefone 11 3257 5626.

 

Peças da coleção Inverno 2008

 

E na Lojinha, que só abre à noite, anexa ao bar Drosophyla, na Rua Pedro Taques, 80, de terça a sábado.

 

No Rio de Janeiro e pela Internet

 

Bruna Pericolo convida a conhecer sua coleção de peças para o próximo verão: “ouro, prata, muitos corações, borboletas, laços e flores em peças super femininas e delicadas”.

 



Escrito por Letícia Ferreira às 00h58
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Especial São Paulo Fashion Week Primavera/Verão 2008/2009

 

Vocês sabem, como informei em um dos últimos posts, que fiz um curso com Lilian Pacce sobre jornalismo de moda, com ênfase na cobertura da SPFW. Portanto, na semana passada, fui algumas vezes à Bienal no Parque Ibirapuera para acompanhar o evento. No sábado, dia 21, não apenas entramos na Bienal como em alguns desfiles e backstages.

 

Foi mega cansativo, mas mega legal. Eu já sabia que quem vai a esses eventos a trabalho realmente trabalha – pra caramba! Mas vendo de dentro a realidade é “mais real”. E não me assusta, ao contrário.

 

Elle

 

Meu grupo de trabalho no curso tinha que reproduzir a cobertura da SPFW da revista Elle. Graças a gentilíssima Lenita Assef, diretora de redação da revista, consegui, na qualidade de aluna de Lilian Pacce, convites para mim e para minhas colegas de trabalho do curso para o Espaço Elle, lounge da publicação na Bienal.

 

Bem “bonitcho”, com direito aos mais recentes exemplares das revistas femininas da Abril, cafezinho, suquinho, amendoim, castanha de caju e cheaps. Na hora do coquetel tinha sanduichinhos e proseco e, de brinde, porta-copos Campari. Além de TV transmitindo os desfiles.

 

Porém, o principal e mais bacana foi a conversa “ótema” com a própria Lenita (confiram mais a frente). Gente boa e chique.

 

Havaianas

 

Graças à minha amiga e colega do curso Bianca Luisi, que tinha contatos na assessoria da Havaianas, entramos no lounge da marca e ganhamos, cada uma, um par de chinelinhos (sandálias, dizem eles).

 

O lounge deles estava muito fofo. No teto, um grande spot de luz indireta, em formato de havaiana gigante, tinha inúmeros origamis penduradinhos. Numa parede, trocentos modelos de havaiana. Noutras, havaianas para bebê, branquinhas e “fofésimas”, formavam flores decorativas. E em outra parede, do teto desciam bolas decoradas com mini-havaianinhas, brancas também.

 

Tinha balas japonesas, amendoim japonês, biscoitinhos salgados japoneses e moças japonesas de quimono vermelho recebendo todos os visitantes com lindos sorrisos.

 

Tiramos fotos, mas a Bianca ainda não me enviou.

 

Senac

 

No dia do nosso trabalho, assisti aos desfiles do meu conterrâneo Jefferson Kulig (conversei com ele no backstage), do português Miguel Vieira e do Wilson Ranieri. Adorei este. Visitamos o camarim do desfile do Miguel Vieira (graças à Carla, Relações Públicas de uma das meninas do grupo, a Lourice Martinelli, que tem uma confecção chiquérrima de vestidos maravilhosos para festa).

 

O Senac preparou uma bela exposição com peças desenvolvidas por alunos dos cursos de moda. Fiz algumas fotos para vocês:

 

 

 

 

 

Nada é perfeito, mas muita coisa vale a pena

 

Tirando pessoas muito metidas que acham que têm o rei na barriga porque trabalham na SPFW (até os seguranças, gente, tinha cada grosseria… Exceto o segurança na porta do standing do desile do Samuel Cirnansck, foi muitíssimo gentil), foi uma experiência deliciosa, marcante e cansativa. Eu faria tuuudo de novo e muito mais.

Escrito por Letícia Ferreira às 08h49
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Centenário Brasil-Japão

 

Arigato a todos aos japoneses que, há cem anos, vieram morar no Brasil e trouxeram sabor oriental à Terra Brasilis. O mix deu um resultado mais do que positivo para a moda, o que a SPFW fez questão de ressaltar na edição Primavera/Verão 2008/2009.

 

 

A miss-centenário, Karina Nakahara, desfilou para a estilista Erika Ikezili, que também é descendente de japoneses e sempre deixa isso patente em seu trabalho. Aos 26 anos, Karina, 1,76 de altura e 56 kg, tem beleza, medidas e pinta de modelo (foto site revista Elle)

 

Em um dos andares da Bienal foram expostas criações originais de estilistas japoneses que influenciaram muito a moda ocidental nos séculos 20 e 21. A mostra se chamou Olhar Contemporâneo e contou com peças do acervo da Fundação Educacional Bunka Gakuen (fotos minhas):

 

 

 

Noriki Murakami

 

 

Toshikasu Iwatani

 

 

Jun Takahashi

 

 

Yohji Yamamoto

 

 

 

Kenzo Takada

 

 

Go Yarin

 

 

Acervo da Bunka Fashion College

 

São Paulo Fashion Week

Verão 2009

 

Os cem anos da imigração japonesa ao Brasil não foram apenas tema da SPFW Primavera/Verão 2008/2009, mas inspiraram muitas das criações apresentadas na Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo, de 17 a 23 de junho. A inspiração étnica, no entanto, foi além: América Latina - principalmente México -, África, Índia, Tahiti, Havai e nações indígenas também foram traduzidos em estampas, acessórios, formas e cores.

 

O verão vai ser nude, bege e branco, mas tons fortes, solares, não vão ficar de fora, principalmente em tie dies e degradês.

 

Muitos volumes, estruturados ou fluidos, e as roupas vêm com laços, shapes ovalados, fufrus, drapeados, balonês, babados e trecês. Vestidos e calças podem ser curtinhas ou até os pés.

 

Tecidos com brilho vão ofuscar os olhares de dia e de noite e o calor no coração vai aumentar com peças românticas, chiques e rendadas, bem girlie. Mas transparências vão refrescar os ânimos e o jeitinho descolado da brasileira vai aparecer impresso nos looks inspirados na sempre presente década de 1970.

 

Vamos destrinchar esse banquete fashion (com fotos do site da revista Elle)!

Escrito por Letícia Ferreira às 08h42
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Inspiração étnica

 

A globalização mexe com a moda e Japão, México, Havaí, Índia, Tahiti, Áfricas e nações indígenas invadem as passarelas:

 

 

2nd Floor:  América Latina

 

 

Isabela Capeto: México

 

 

Cori: índios navarro

 

 

Erika Ikezili: Japão

 

 

Neon: Tahiti

 

 

Fábia Bercsek: Japão

 

 

Havai...

 

 

...e mistureba Japão e Tahiti na coleção da Neon

Escrito por Letícia Ferreira às 08h28
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Gloss

 

Brilho nas festas e no dia-a-dia em tecidos laminados, mas principalmente em cetim e seda, que vem pura ou misturada a vários tipos de fibras.

 

 

Jefferson Kulig

 

 

Ronaldo Fraga

 

 

Alexandre Herchcovitch

 

 

Glória Coelho

 

 

Osklen

 

 

Poko Pano

 

 

Colcci

 

 

Ellus

 

 

FH

 

 

Forum Tufi Duek

 

 

Huis Clos

 

 

Miguel Vieira

Escrito por Letícia Ferreira às 08h22
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Enxergando bem

 

Transparêcias reveladoras – ou nem tanto.

 

 

Animale

 

 

FH

 

 

Reinaldo Lourenço

 

 

Miguel Vieira

 

 

Maria Garcia

 

 

Ellus

 

 

Carlota Joakina

 

 

Isabela Capeto

 

 

Maria Bonita

 

 

Iódice

 

 

Jefferson Kulig

 

 

Glória Coelho

Escrito por Letícia Ferreira às 08h09
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As cores do mundo

 

O verão vai ser branco, nude, bege e derivados, mas tons fortes de rosa, azul, amarelo, verde, laranja e vermelho não ficam fora. E entram ainda as estampas tie die, que, Lilan Pacce dá o toque: podem ser feitas em casa.

 

 

O branco de Miguel Vieira     

 

 

O nude da Iódice

 

 

Bege da Huis Clos

 

 

Rosa de Wilson Ranieri

 

 

Laranja da Cori

 

 

Amarelo de Isabela Capeto

 

 

Um dos verdes da Cavalera

 

 

Azul da Uma

 

 

Degradê da Osklen

 

 

Tie die da Cia. Marítima

Escrito por Letícia Ferreira às 08h00
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Girlie

 

Love is in the air, portanto, meninas de várias idades vão passear enfeitadas e femininas com laços, flores, rendas, vestidinhos curtos e um perfuminho fifties. As mais criativas colocam uma pitada "nada a ver" para quebrar um pouco o look bonequinha de luxo.

 

 

Samuel Cirnansck: cinto com estampa de oncinha

 

 

Iódice

 

 

Reinaldo Lourenço: vestido sem cintura

 

 

Triton: xadrez pesado

 

 

FH: gola grandona

 

 

Wilson Ranieri: o estilista avisa - pode ser usado com uma combinação por baixo

 

 

Erika Ikezili: rosa chock

 

 

Fábia Bercsek: romântico desconstruido

 

 

Isabela Capeto: toques étnicos na estampa e no grande colar

 

 

Alexandre Herchcovitch: o floral delicado é misturado com o tecido grosso e cáqui



Escrito por Letícia Ferreira às 07h50
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Volume no máximo

 

As magrinhas vão gostar das pregas, plissados, babadinhos e babadões, laços, drapeados, balonês, trelissas, egg shapes e dobraduras de mil e uma utilidades.

 

 

Balonê Samuel Cirnansck

 

 

Saia com borboletas aplicadas da Triton

 

 

Mini vestido em camadas Cia. Marítima

 

 

Babadinhos no vestido Glória Coelho

 

 

Amplitude fluida Iódice

 

 

Laçarotão Reinaldo Lourenço

 

 

Plissado Cori

 

 

Tressê FH

 

 

Calça saruel Cavalera

 

 

Vestidinho com saia egg shape Priscila Darolt

 

 

Longo com drapês André Lima

 

 

Saia com maxi pregas Priscila Darolt

Escrito por Letícia Ferreira às 07h37
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Anos 70

 

A década de 1970 nunca termina e principalmente as calças jeans (de cintura alta, boca sino ou bem amplas) aparecem com essa influência. Mas a festa é dos vestidos extra-longos, com ares hipongos ou folk.

 

 

Calça boca sino com estampa tie die Colcci

 

 

Jeans cintura alta e pantalona Cori

 

 

Maiô/top de lurex, à Dancing Days, da Blue Man

 

 

Hippie chic Isabela Capeto

 

 

Vestidão folk Patrícia Viera

 

 

Trapézio 2nd Floor

Escrito por Letícia Ferreira às 07h29
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Acessórios

 

Óculos de sol, chapéus e sapatinhos estilosos e fofos vão proteger, e sandálias vão refrescar, mas nem no maior calor as bolsas, de todos os tamanhos e formatos, ficam em casa. Assim como cintos para marcar a cintura, complementar as calças ou só para enfeitar.

 

 

Sacola Movimento

 

 

Óculos Blue Man

 

Óculos Neon

 

 

Óculos Maria Bonita

 

 

Óculos Simone Nunes

 

 

Cinto de inspiração étnica Isabela Capeto

 

 

Cintinho e bolsa-carteira Samuel Cirnansck

 

 

Sapatinho bailarinha e gargantilha de pérolas Reinaldo Lourenço

 

 

Brincos Cori

 

 

Cinto Fause Haten

 

 

Cinto de lacinho Iódice

 

 

Chapéu Iódice

 

 

Maxi bolsa Miguel Vieira

 

 

Pochete Movimento

 

 

Sandália de amarrar e bolsa de mão Wilson Ranieri

 

 

Gargantilha de laço Reinaldo Lourenço

Escrito por Letícia Ferreira às 07h24
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Praia elegante e comportada

 

A novidade nas roupas de banho é a sofisticação e o comedimento em maiôs, biquínis maiores, de alças largas, alguns até com jeito pin up de ser.

 

 

Água de Coco

 

 

Blue Man

 

 

Cia. Marítima

 

 

Movimento

 

 

Poko Pano

 

 

Carlota Joakina

Escrito por Letícia Ferreira às 07h15
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 Badalados

 

As celebs da estação quente (sem falar nos óbvios vestidos) serão macaquinhos, macacões e pantalonas.

 

 

2nd Floor

 

 

Vide Bula

 

 

Huis Clos

 

 

Maria Bonita

 

 

Neon

 

 

Osklen

 

 

Uma

 

 

Ronaldo Fraga

 

 

Água de Coco

 

 

Cori

 

 

Movimento

 

 

André Lima



Escrito por Letícia Ferreira às 07h11
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Ditos relevantes

 

Diretora da Elle dá dicas para quem não quer errar no estilo e fala sobre jornalismo de moda

 

Há cerca de 20 anos trabalhando com jornalismo de beleza e moda e ganhadora de vários prêmios (entre eles oito prêmios Abril de Jornalismo e um Phyto Ervas Fashion), a diretora de redação da revista Elle Lenita Assef comemora o fato de trabalhar em uma editora que prioriza o leitor. “O desafio do jornalismo de moda é produzir um material dentro dos padrões atuais dessa linha editorial, moderno, bonito e, ao mesmo tempo, mostrar algo viável, ou seja, ‘comprável ou copiável’ porque todos têm dúvidas sobre o que e como usar”, diz.

 

Para a jornalista, uma revista de moda tem que fazer brihar os olhos do leitor sem deixar de refletir o estilo de vida dele, informar com objetividade e oferecer opções realistas.

 

Lenita diz não entender porque as pessoas se pressionam tanto por causa da moda. Segundo ela, basta observar mulheres reconhecidamente muito chiques, como Costanza Pascolato e Gloria Kalil para concluir que o visual clássico ainda é a melhor escolha, desde que pontuado por um ou outro toque fashion. “Joga um detalhe de moda e pronto, fica com cara de now. Não pode ser fashion victim porque não tem nada mais cafona”, ela dispara com uma risada.

 

Além de obsessão pelo “último grito” o que não pode fazer quem não quer pecar contra a própria aparência? “Deixar a barriga de fora, fica vulgar”, responde. E o que não pode faltar? “Atitude cool”.

 

 

Foto site da revista Elle

 

Moda masculina da Rosa Chá estréia causando frisson

 

A estréia em moda masculina da Rosa Chá, no dia 21, na São Paulo Fashion Week, foi uma surpresa maior do que se poderia imaginar. Na abertura do desfile, um modelo (o amazonense Rodrigo Rothen, de 20 anos), tomou uma ducha bem rápida completamente nu. A aparição causou uma reação empolgada da platéia e esquentou os ânimos para as outras beldades que desfilaram – bem vestidas.

 

 

Modelo tem sido chamado de homem melancia depois dessa “performance” (foto Uol Estilo)

 

  

Aqui ele aparece e click mais comportado (Reprodução)

 

A cultura contemporânea brasileira (pintura, fotografia, escultura), foram inspirações para o estilista da marca, Amir Slama, também presidente da Abest (Associação Brasileira dos Estilistas), mostrar que sabe fazer roupa para homem – deixando-o com cara de homem.

 

 

 

 

 

Fotos site revista Elle

 

Apresentar uma coleção inteiramente dedicada ao mercado de roupa masculina era uma vontade de Slama, que percebe um crescimento nesse segmento e aposta nele.

 

 

Slama em pitstop no Espaço Elle na SPFW (foto minha)



Escrito por Letícia Ferreira às 06h37
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